Sobre a Implantação da Escola Maple Bear na Rua Major Rubens Vaz

14 mar 20

Caros moradores,

Confiram, na integra, posição da Amagávea em relação à implantação da Escola Maple Bear na Rua Major Rubens Vaz. Vejam também um vídeo e fotos ilustrativas do problema.

Recapitulando e atualizando a situação da nossa luta contra a instalação de uma franquia da Escola Maple Bear, na Rua Major Rubens Vaz número 441.

A casa de número 441 estava vazia há pelo menos 3 anos. As franqueadas da Maple Bear alugaram o imóvel. Pediram autorização de reforma do imóvel para instalação da escola. A autorização foi negada pela Secretaria de Urbanismo do Município do RJ. Estranhamente, em seu lugar foi concedida licença de obra para residência sem acréscimo de área construída.

Com a aceleração da obra, chegada de materiais não compatíveis com o tipo de reforma autorizada, maquinário de uso específico, também não compatível, placas de aço para uso de isolamento sonoro, ficou evidente que nós moradores estávamos sendo, estrategicamente, “cozinhados em banho-maria”, ou seja, enganados.

A AMAGAVEA solicitou uma série de reuniões junto aos órgãos públicos responsáveis pela autorização da obra e pela posterior autorização de alvará de funcionamento. Nas reuniões que conseguimos fazer, já que, por exemplo, não conseguimos ser recebidos pelo Secretário de Transporte da CET-RIO, nos foi prometido que seriam feitas imediatas vistorias para cancelamento da licença da obra. Tanto a Subsecretária de Urbanismo do Município Lúcia, como os Secretários de Urbanismo da 6ªRA da Gávea, André e Luiz Otávio, NÃO CUMPRIRAM O PROMETIDO.

Para nosso espanto, a existente licença de obra residencial foi alterada para obra de reforma para instalação da escola. Em função dessa novidade escandalosa, confirmamos o pouco caso com os moradores e sua manifesta revindicação, configurando uma imposição arbitrária do poder público.

Hoje dia 13 de março de 2020, às 12 horas e 10 minutos, recebemos em nossa rua, com o intuito de avaliar o trânsito em horário escolar, o Engenheiro da CET-RIO, Adalberto Garcia Júnior, que, em pleno caos, declarou, para desespero de todos os presentes, que não haveria impacto no trânsito. O mesmo engenheiro manteve sua avaliação feita em janeiro de 2020, em que se justifica apresentando como respaldo normas técnicas de trânsito da Inglaterra (!!!???) baseado em cálculo com fórmulas mirabolantes, com o claro intuito de criar a ilusão de cientificismo.

Em lugar de explicações enganosas, esperávamos bom senso, respeito e justiça para com aqueles que mantêm há décadas nosso bairro bem cuidado e valorizado, tendo como referência as incontestes conquistas de nossa associação de bairro, a AMAGAVEA.

O que pensar do desenrolar tão pouco claro do processo de licenciamento dessa escola. Publico fotos e vídeos para ilustrar como estava o trânsito quando recebemos o Engenheiro da CET-RIO.

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