Reunião da Amagávea com o Governo do Estado sobre a Estação Gávea

A Amagávea esteve em reunião com o Governador do Estado, Claudio Castro, e os vereadores Carlo Caiado e Átila Nunes, para tratar da continuidade das Obras da Linha 4, em especial a Estação Gávea.

O Governador demonstrou imensa disposição de prosseguir com as obras, mas informou que ainda perduram impeditivos jurídicos. A curto prazo o governo do Estado se comprometeu a contratar a execução da estrutura principal e a realizar a retirada da água do poço da Estação, eliminando os riscos que muito preocupam os moradores, como também ao governo.

“Segundo parecer da USP, obra do metrô Gávea, no Rio, deve continuar”

Confiram matéria na Revista Exame sobre parecer da USP em relação as obras da Linha 4 do Metrô:

“Um parecer elaborado pela Fundação para o Desenvolvimento Tecnológico da Engenharia (FDTE), da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), concluiu não ter havido sobrepreço nem superfaturamento na obra de construção da Linha 4 do metrô do Rio de Janeiro, que tem obras paralisadas desde 2015 na estação Gávea.”
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“Retomada do metrô da Gávea é defendida por especialistas” – Diário do Rio

Prezados,

Confiram matéria no Diário do Rio sobre a necessidade urgente de retomada das obras do metrô da Gávea:

“A Estação Gávea do metrô, quando estiver pronta, terá impacto na mobilidade, na geração de empregos e no desenvolvimento econômico do Rio de Janeiro. A obra precisa ser retomada imediatamente, e há inclusive recursos financeiros para isso. Essas foram as conclusões de especialistas que debateram o tema na internet, em webinar promovido pelo Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada-Infraestrutura (Sinicon), na terça-feira (29/06). A estação é parte da maior obra de infraestrutura urbana do país, a linha 4 do metrô carioca, e a única não entregue à população, das seis previstas.

(…)

A construção da estação está paralisada desde 2015 pelo governo do Estado, que alega não ter recursos. Um laudo do Tribunal de Contas do Estado (TCE) apontou sobrepreço e superfaturamento na obra da Linha 4 e recomenda que ela só seja retomada se forem praticados preços da planilha usada pelo tribunal.  No debate na web, porém, ficou demonstrado que o TCE usou referências equivocadas em sua planilha, o que levou a resultados bem distantes da realidade.  

O professor Aldo Dórea Mattos, consultor independente e especialista em engenharia de custos, com trabalhos citados como referência pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e outros tribunais de contas estaduais, relatou que não foram levados em consideração pelo TCE, por exemplo, as características únicas da obra e os custos com adicional noturno e seguranças dos operários.

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A Fundação de Desenvolvimento Tecnológico da Engenharia (FDTE), da Universidade de São Paulo (USP), também fez perícia na obra da linha 4. Assim como o professor Mattos, chegou a conclusões bem diferentes das apresentadas pelos auditores do TCE, que usaram parâmetros equivocados para seus cálculos.  

(…)

João Paulo da Silveira Ribeiro, presidente da Comissão Especial de Obras, Concessões e Controle da Administração Pública do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), destacou que não existe impedimento legal para a conclusão da estação Gávea. Segundo ele, o que há é uma condicionante do TCE para que sejam utilizados preços da planilha elaborada com equívoco pelos auditores do tribunal.

“O que estarrece é que o parecer do professor Aldo Mattos, colocado nos processos em curso no TCE há um ano, até hoje não tenha sido objeto de análise de mérito pelo tribunal. É preciso saber de fato qual foi o custo da obra, a partir de bases da boa engenharia de custos”, alertou.”